Quais comidas a Família Real não pode comer e são proibidas em público?

Quais comidas a Família Real não pode comer e são proibidas em público?

Família Real
Imagem: divulgação

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A Família Real britânica é conhecida por seguir um rígido protocolo em suas refeições, com diversas restrições e preferências alimentares. De acordo com o ex-chef do Palácio de Buckingham, Darren McGrady, que trabalhou para a família entre 1982 e 1993, a rainha Elizabeth II mantinha uma dieta bastante disciplinada, evitando itens como batatas, arroz e massas nos jantares.

O chef revelou que "quando a rainha janta sozinha, é muito disciplinada. A regra é evitar amidos... Geralmente, ela escolhe pratos como linguado grelhado com legumes e salada." Ele ainda brincou que "a rainha come para viver, enquanto o príncipe Philip vivia para comer." Além das preferências pessoais, a segurança alimentar também é uma grande preocupação. Frutos do mar, por exemplo, são banidos de eventos formais para evitar riscos de intoxicação e situações embaraçosas. O rei Charles III também baniu o foie gras de suas mesas por questões de bem-estar animal.

Outro item evitado em eventos diplomáticos e sociais é o alho, devido à preocupação com o odor, de acordo com a rainha Camilla. Portanto, a Família Real segue um rígido protocolo alimentar, que vai desde a exclusão de determinados alimentos até a preferência por opções mais saudáveis e seguras.

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Gabriel Nascimento
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Quais os Riscos do Fim da Jornada 6×1?

Quais os Riscos do Fim da Jornada 6×1?

Foto da Escala 6x1
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A proposta de acabar com a escala de trabalho 6x1, em que o trabalhador trabalha 6 dias e folga 1, ganhou força nas redes sociais e foi levada ao Congresso Nacional pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) na forma de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). No entanto, a mudança enfrenta obstáculos legais e setoriais. A reforma trabalhista de 2017 estabelece que acordos coletivos entre patrões e sindicatos prevalecem sobre a lei em relação à jornada de trabalho. Isso significa que a PEC pode esbarrar nessa flexibilidade já existente.

Especialistas apontam que a imposição de uma nova jornada padrão via Constituição pode causar mais problemas do que soluções. Empresas podem compensar a redução da carga horária com pagamento de horas extras ou uso de bancos de horas, neutralizando os benefícios buscados. Setores como varejo e saúde também alertam que a mudança pode inviabilizar suas operações contínuas.

A discussão ressalta a necessidade de um diálogo entre trabalhadores e empregadores, considerando as particularidades de cada setor e empresa. Impor uma nova jornada de cima para baixo pode enfraquecer esse processo de negociação coletiva já estabelecido na legislação.

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Netflix: usuário paga pela conexão e tem o direito de usar como quiser

Netflix: usuário paga pela conexão e tem o direito de usar como quiser

Netflix
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No Internet Summit: Conectividade e Inclusão para o Futuro Digital, organizado pela Aliança pela Internet Aberta (AIA), diversos especialistas internacionais discutiram a relevância da neutralidade de rede para o ecossistema digital brasileiro. Celina Bottino, do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS), lembrou que, após 10 anos do Marco Civil da Internet, algumas operadoras estão propondo a cobrança de taxas adicionais além do acesso, questionando princípios como a neutralidade.

Scott Wallsten, do Technology Policy Institute, afirmou que revisar regulações periodicamente é necessário, pois o que é bom para uma área pode não ser para outra. Ele citou o exemplo dos EUA, onde subsídios de acesso à internet foram mantidos por anos, sem avaliar sua eficácia. Já a experiência da Índia mostrou que a manutenção da neutralidade de rede foi crucial para o expressivo crescimento do acesso, de 342 milhões para 969 milhões de usuários em poucos anos, apesar das previsões das operadoras de que os custos aumentariam. Thomas Volmer, da Netflix, defendeu que a internet aberta é sobre a escolha do usuário, que paga pela conexão e deve poder utilizá-la da forma que desejar. Ele destacou que a Netflix investe em infraestrutura para garantir a melhor experiência, beneficiando também as operadoras com o aumento de tráfego.

Outro ponto abordado foi o uso de fundos setoriais, com Wallsten citando os US$ 100 bilhões investidos nos EUA e os US$ 42 bilhões ainda não utilizados. Nikhil Pahwa, da MediaNama, lembrou que na Índia 15% desses fundos não são aplicados. No geral, os especialistas reafirmaram a importância da neutralidade de rede como um estímulo à competição e à inovação no setor digital, beneficiando tanto operadoras quanto usuários finais.

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Sergio Guizé impôs condições especiais de trabalho antes de aceitar nova novela na Globo

Sergio Guizé impôs condições especiais de trabalho antes de aceitar nova novela na Globo

Sergio Quizé
Sergio Guizé em O Outro Lado do Paraíso

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Sergio Guizé, um dos atores mais requisitados no Brasil, aceitou o convite da Globo para protagonizar a nova novela "Êta Mundo Bom! – Parte 2", mas impôs algumas condições especiais antes de fechar o acordo. Uma das principais exigências de Guizé foi a de não gravar aos sábados e domingos. Essa reivindicação foi aceita pela emissora, permitindo que o ator possa viajar pelo país durante os finais de semana para participar de festivais de teatro ou outras programações.

As gravações da nova trama, com 197 capítulos escritos por Walcyr Carrasco e colaboradores, terão início entre fevereiro e março de 2025, sendo lançada apenas em 9 de junho. Nesta segunda temporada, Guizé voltará a interpretar o personagem Candinho, que terá a missão de encontrar o filho, desaparecido durante uma fuga de Filó (Débora Nascimento) e Ernesto (Eriberto Leão).

Apesar de sua extensa carreira na televisão, cinema e teatro, o ator sempre mantém uma agenda especial para suas atividades no teatro, algo que ficou garantido neste novo contrato com a Globo. Com isso, Sergio Guizé conseguiu conciliar seus compromissos na TV com sua paixão pelo teatro.

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